5 dicas para realizar uma gestão de manutenção eficiente para hospitais
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5 dicas para realizar uma gestão de manutenção eficiente para hospitais

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A forma como uma equipe de manutenção atua durante a rotina de trabalho influencia diretamente no funcionamento geral da empresa. Desenvolver estratégias para manter os equipamentos funcionando sem interrupção e atuar com eficácia na solução de problemas são duas tarefas importantes de quem é responsável por gerenciar esse time.

Entretanto, quando falamos de uma gestão de manutenção em hospitais, a responsabilidade é ainda maior. Afinal, qualquer falha inesperada pode interferir na saúde de um paciente — e causar até mesmo uma morte. Por isso, reunimos aqui 5 dicas para que você implemente melhores práticas, saiba definir as prioridades e adote medidas que previnam falhas inesperadas. Confira!

A gestão de manutenção em hospitais

Realizar um bom trabalho na gestão da manutenção de um hospital é algo desafiador e, muitas vezes, delicado. Como dito anteriormente, existe sempre o risco de que um erro afete a saúde de uma pessoa, e isso é algo que ninguém quer. Por isso, é fundamental entender as características específicas da manutenção em hospitais.

Seus objetivos básicos são proporcionar um aumento da segurança no ambiente em questão e melhorar a continuidade de funcionamento dos equipamentos. Isso envolve um trabalho não só de prevenção da deterioração de cada item, mas também de constante avaliação, calibração e manutenção (preventiva e preditiva).

De forma geral, é claro que não há a mínima possibilidade de manter em uso equipamentos velhos ou sem condições de funcionamento. Por isso, para começar, é preciso desenvolver um controle de ativos que especifique o tempo de uso de cada um e determine o momento certo da troca.

A administração do hospital deve ser mantida informada quanto a esse controle, pois é interessante que ela saiba com antecedência quando deverá investir na reposição desses itens.

Melhores práticas para o processo

É importante tomar algumas medidas práticas que considerem um processo mais eficiente de manutenção dos equipamentos. Falaremos aqui de alguns dos mais importantes.

1. Desenvolva um plano de prevenção

Planejar uma rotina que evite imprevistos e minimize os riscos é fundamental para manter os equipamentos funcionando de forma ininterrupta. O papel da gestão da manutenção, aqui, é o de aplicar um rígido controle de manutenções preventiva e preditiva.

Existem documentos específicos para indicar uma manutenção realizada de forma sistemática. A definição de sua periodicidade deve ser dada de acordo com o indicado pelo fabricante ou ser ainda mais frequente, de acordo com a análise dos técnicos ou histórico de defeitos.

Em caso de um problema inesperado, mesmo que não comprometa o funcionamento do equipamento, faça uma manutenção preditiva para avaliar suas condições reais de uso e se há danos que o tornem menos confiável.

2. Busque engajar todos os funcionários na prevenção de problemas

Muitas vezes, a relação entre os funcionários de um hospital se dá de tal forma que a manutenção não tenha contato constante com médicos, enfermeiros e outros profissionais da saúde. Isso pode impedir que a gestão da manutenção tenha uma grande oportunidade de aumentar seu poder de previsão de falhas.

É essencial conscientizar todos os colaboradores quanto ao seu papel nos cuidados com os equipamentos. Mais do que simplesmente utilizá-los com responsabilidade, eles precisam manter a comunicação com o time de manutenção para informá-los sobre qualquer detalhe que possa ajudar a identificar um problema.

Para acompanhar de perto a saúde dos equipamentos, nada melhor do que contar com quem está em contato com eles o tempo todo e receber novas sugestões.

3. Dê ênfase na manutenção preditiva

Averiguar constantemente a precisão de certos equipamentos e ajustá-los com eficiência torna o trabalho da manutenção menos arriscado. Não há espaço para erros no funcionamento de certas ferramentas de uso médico, e isso deve estar sempre na mente dos técnicos da manutenção.

A título de exemplo, considere uma balança de precisão. Se ela possui variação de 0,01 mg, seja para mais ou para menos, é preciso calibrá-la. Por mais que pareça pouco, é o suficiente para comprometer exames ou mesmo o tratamento de pacientes.

4. Utilize a tecnologia a seu favor

Existem diversas ferramentas que podem facilitar — e otimizar — o trabalho de toda a manutenção, principalmente do gestor. O Engeman, por exemplo, é um software que se adapta às necessidades específicas de cada ambiente de trabalho para planejar e controlar a manutenção.

O sistema permite aplicar conceitos como o diagrama de causa e efeito das falhas, que facilita o mapeamento das ações da manutenção e ajuda a prever futuros problemas. Além disso, o gestor se torna apto a identificar quais equipamentos precisam de maior frequência da manutenção preventiva e desenvolve um plano de ações para cada caso de imprevisto já ocorrido.

Isso muda totalmente a forma como os técnicos encaram um imprevisto, já que podem contar com um procedimento específico para solucioná-lo rapidamente.

5. Defina prioridades

Não é possível definir um foco único em um hospital, já que cada um possui sua própria dinâmica de funcionamento e todos os equipamentos têm papel importante no bem-estar dos pacientes. Por isso, levante informações e faça uma análise individual do tempo de uso de cada item, sua finalidade, o volume de atendimentos em relação ao tamanho do hospital etc.

Isso facilitará o trabalho de definir prioridades para que a manutenção esteja focada. E lembre-se: um sistema de gestão de manutenção pode proporcionar uma visão panorâmica muito mais completa sobre a rotina de uso e vida útil dos equipamentos hospitalares.

Medidas preventivas

Não é preciso dizer que a melhor forma de lidar com imprevistos é evitando-os. Por isso, faz parte da rotina de gestão da manutenção definir medidas que visem à prevenção de falhas e possam otimizar o trabalho dos técnicos. No ambiente hospitalar, é possível dividir essa estratégia em dois pontos principais.

Um é manter um rígido controle sobre as manutenções corretivas, preventivas e preditivas. Não deve haver falhas na execução, tampouco no registro detalhado de como está o funcionamento de cada equipamento. Seguir o cronograma é fundamental para não sofrer com dores de cabeça indesejadas.

Em segundo lugar, a comunicação deve ser eficiente no hospital. Tanto entre a gestão da manutenção e a administração quanto entre gestores e demais colaboradores. O corpo de funcionários precisa de espaço e tempo para realizar seu trabalho, ao mesmo tempo em que a manutenção não pode esbarrar em constantes obstáculos que impeçam a manutenção dentro do tempo previsto.

Tudo isso pode ser feito de uma forma mais eficiente com a utilização de um sistema focado na gestão de manutenção em hospitais. Faça uma análise em seus processos e veja como eles podem ser mais produtivos com essas dicas!

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