Energia limpa é a que vem de processos limpos
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Energia limpa é a que vem de processos limpos

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Escrito por Engeman

A geração de energia limpa é um dos assuntos mais festejados mundo a fora e o Brasil não poderia e não está fora das discussões e ações sobre o tema. Pessoalmente, os investimentos e incentivos ainda são rasos, mas o número de parques eólicos em atividade no país já é considerável.

Isso é importante para a proteção do meio ambiente e também para a economia. É aquela conversa sobre desenvolvimento sustentável que a gente ouve há anos e que ainda não consegue, no geral, estabelecer processos muito claros e eficientes.

Os parques, que são relativamente novos, ainda não apresentam tantos problemas emergenciais de manutenção, mas nem por isso (nem por qualquer outra razão) podemos nos esquecer do quanto a gestão de ativos é fundamental para o bom funcionamento de qualquer sistema. Princípio que se estende, inclusive, para a busca pelo efetivo cuidado com o meio ambiente.  

Para entender melhor, vejamos um exemplo simples de equipamentos que compõem um sistema eólico autônomo para geração de energia elétrica:

  • Turbina eólica: a partir da energia cinética dos ventos, funciona como gerador de energia elétrica;
  • Banco de baterias: composto por uma ou mais baterias, normalmente, baterias Chumbo-ácido 12V seladas, funciona como elemento armazenador de energia elétrica para uso durante os períodos de calmaria, quando não há disponibilidade de vento;
  • Controlador de carga: dispositivo eletrônico que protege as baterias contra sobrecarga ou descarga excessiva;
  • Inversor: dispositivo eletrônico que converte a energia elétrica em corrente contínua (CC) para corrente alternada (CA) de forma a permitir a utilização de eletrodomésticos convencionais. Alguns sistemas pequenos não empregam inversores e utilizam cargas (luminárias, TV) alimentadas diretamente por corrente contínua (CC). Aqui se considera que a turbina eólica já produz energia em um nível de tensão CC compatível com o do banco de baterias. Caso contrário são ainda necessários outros dispositivos para efetuar a conversão.

As turbinas modernas são projetadas para funcionar por 130 mil horas de operação, o que resulta em uma vida útil em torno de vinte anos. As experiências internacionais têm mostrado que o custo de manutenção é geralmente muito baixo para turbinas novas e aumenta um pouco com o tempo de funcionamento das mesmas.

Para máquinas novas, estima-se um custo anual entre 1,5 a 2% do investimento, enquanto as turbinas com mais idade apresentam um custo em torno de 3% ao ano do investimento. Isso claro, com uma manutenção planejada e executada da forma correta.

O Engeman® é o software de manutenção utilizado por uma grande parte dos parques eólicos do Brasil, com foco nas manutenções preditivas.

Esses nossos clientes, que contam com salas de controle elaboradas e sistemas de monitoramento extremamente completos, que hoje estão integrados aos planos de ação e coletas acumulativas, tendenciais e eventuais do Engeman®, são capazes de realizar acompanhamentos de correntes, velocidade dos ventos, relações vento/potência, dentre outros, para maximizar a potência produzida de forma oficialmente sustentável. Ou seja, gerando energia limpa.

Esperamos que os investimentos continuem crescendo, não só no cenário eólico, mas em todo o cenário energético, que é tão amplo e passível de tanto desenvolvimento, aqui nas terras tupiniquins.

Fonte: Centro de energia eólica – PUCRS  http://www.pucrs.br/ce-eolica/index.htm

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