O que fazer para comprovar o ROI da gestão de manutenção?
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O que fazer para comprovar o ROI da gestão de manutenção?

Com o mercado cada vez mais competitivo dos dias de hoje, a relação entre os processos de manutenção e o Retorno de Investimento tem sido muito discutida. Afinal, é preciso desenvolver práticas que tornem esse serviço cada vez mais eficaz, de forma que o dinheiro investido pela empresa seja recompensado.

Entretanto, é comum que surjam dúvidas na hora de comprovar a validade desses números. Pensando nisso, criamos esse post para esclarecer definitivamente tudo o que você precisa saber sobre o ROI da gestão de manutenção e como comprová-lo. Confira!

A importância da manutenção

A manutenção é um procedimento que deve ser tratado com extrema atenção pela empresa. Resumidamente, não se pode simplesmente implantá-la e esperar que o investimento valha a pena.

Mesmo pequenas empresas contam com maquinário de alta importância para os processos de produção, e esses equipamentos não são baratos. Cabe à manutenção manter tudo funcionando corretamente e diminuir os riscos de quebras inesperadas e, consequentemente, atrasos na produção.

Em tempos de crise, por exemplo, as expectativas quanto ao desempenho da manutenção crescem ainda mais, já que há uma diminuição nos investimentos em renovação de equipamentos.

Outra questão importante é saber identificar os custos escondidos existentes na gestão desse processo. Afinal, é preciso considerar o valor investido em pessoal, material e até mesmo em serviços terceirizados, quando surge a necessidade.

O ROI da gestão de manutenção

O reconhecimento da importância da manutenção dentro das empresas fez com que técnicas de engenharia fossem desenvolvidas e aplicadas como modelos para gestão desse setor. Assim, boas práticas de gerenciamento podem ser o diferencial na aplicação de cada serviço.

Não é preciso ser um expert no assunto para saber que quanto mais manutenções corretivas uma empresa realizar, maior o custo final para a produção. Por isso, dois dos processos que devem receber atenção especial são os de manutenção preditiva e preventiva.

Uma gestão eficiente é aquela que levanta informações suficientes para estabelecer os processos de manutenção preditiva no tempo certo. Isso envolve, por exemplo, a criação de documentos para acompanhamento individual das máquinas. Neles, deve constar um checklist de manutenções de cada tipo, um cronograma para substituição de peças e quem são os responsáveis por essas tarefas.

Além disso, é preciso realizar análises periódicas para planejar formas de melhorar os processos de manutenção. Manter as máquinas em funcionamento ininterrupto deve ser o objetivo geral da gestão.

CAC e ROI: como otimizá-los

O CAC, desempenha um papel importante como base de cálculo para o ROI da gestão de manutenção. Seu valor é dado pelo investimento na conquista de novos clientes. Trata-se de uma ferramenta essencial para avaliar se as estratégias de ação de uma empresa estão realmente dando resultado.

Aplicar uma gestão que otimize o CAC e o ROI é algo que envolve planejamento e decisões assertivas. Uma boa forma de começar é estimar o gasto planejado para o próximo mês e compará-lo com o gasto real de cada um dos últimos meses. É importante atualizar esses dados constantemente para ter uma noção do retorno imediato desse investimento.

É preciso aplicar também uma referência externa para que esses valores não extrapolem muito a média do mercado.  Esse valor configura o benchmark de investimento em manutenção.

Um CAC otimizado é aquele que mostra um valor investido em equipamentos e mão de obra para a manutenção inferior ao seu Retorno sobre Investimento. 

ROI comprovado

Para comprovar o ROI de forma efetiva é preciso contar com certas informações relacionadas aos processos de manutenção. Isso significa que é essencial contar com uma ferramenta, como um software especializado, que possibilite o levantamento e a análise desses dados.

Em seguida, faça um levantamento e compare os gastos entre CAC e ROI ao longo dos meses. 

Podemos classificar esses valores em custos diretos, custos de perda e custos indiretos. Os primeiros se referem ao investimento necessário para manter os equipamentos funcionando, como manutenção preditiva, revisões etc. O custo de perda engloba problemas que causaram a parada do equipamento. Já os indiretos são os investimentos com gestão, administração, estudos para melhorias e outras atividades desse tipo.

Otimizando o processo de manutenção

Identificados os valores para cada um desses itens, será possível investir em ações que  e coloquem o ROI, no mínimo, dentro do previsto. Com o tempo, é possível aumentar a margem de lucro gradativamente.

É fundamental ressaltar que a não realização de uma gestão eficiente resulta não só em parada dos equipamentos em momentos críticos, como aumenta os gastos no estoque, dificulta o controle da mão de obra,etc.

Não é à toa que essa é uma das causas de dificuldade no crescimento de algumas empresas. A falta de uma gestão eficiente inviabiliza um ROI comprovado na manutenção e reflete negativamente no lucro final. 

Com um bom planejamento, é possível alcançar ótimos resultados para o ROI da gestão de manutenção.

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Engeman

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