Sistemas Redundantes e Manutenção

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A palavra da vez nas empresas é disponibilidade. É preciso garantir que os equipamentos estejam aptos a realizar o trabalho proposto e operando de forma satisfatória. Nesse cenário, é essencial cuidar da manutenção de sistemas — seja ela preventiva, seja corretiva. Além disso, há outras soluções que têm sido usadas, como é o caso da redundância.

Os sistemas redundantes trazem uma segurança extra e, por isso, ganham força em vários segmentos. No entanto, antes de adotá-los é fundamental conhecer os impactos nos processos de manutenção e como eles devem acontecer.

A seguir, entenda melhor a relação entre redundância e manutenção de sistemas e aprenda a obter ótimos efeitos!

O que são e como os sistemas redundantes são aplicados?

Redundância significa manter sistemas duplicados ou triplicados para garantir a disponibilidade de processos e equipamentos críticos. Atualmente, o conceito é aplicado em vários segmentos.

Como exemplo é possível citar as plataformas petrolíferas, onde a parada de produção acarreta milhões em prejuízo, além do risco de vazamentos, acidentes e perda dos ativos. As indústrias de serviços básicos, como energia e água, também utilizam muito esse recurso devido às pesadas multas impostas por órgãos regulamentadores.

A indústria aeronáutica é outro exemplo. Existe o mito de que em aeronaves não existem corretivas. Na verdade existem sim, mas elas não podem impedir o funcionamento normal da aeronave. Dessa forma, sistemas redundantes são utilizados para garantir o pleno funcionamento da aeronave e seus sistemas críticos.

Qual a relação da redundância com a manutenção de sistemas?

Como a redundância representa a criação de sistemas duplicados ou múltiplos, sua implementação acarreta em um número maior de ativos. Leva, também, a um custo maior de estruturação e, principalmente, exige maior planejamento de manutenção.

Em sistemas redundantes, esses fatores são mais intensos, pois demandam mais pessoas, tempo ou materiais. O processo de manutenção precisa ser realizado nos conjuntos redundantes, o que, muitas vezes, inviabiliza utilização em larga escala ou em processos menos críticos. Existem casos em que a adoção dessa solução sem planejamento leva a uma disponibilidade menor.

Em sistemas redundantes é preciso executar manutenções em equipamentos parados, pois estes também sofrem desgastes. Os diversos tipos de máquinas e, principalmente, a utilização de cada uma exige um cuidado especial. Motores que estão em ambientes diferentes ou em regimes de trabalho mais árduos precisam ter programações diferenciadas.

Muitas vezes os planejadores não se atentam as esses detalhes, montando planos e programações que não atendem a demanda dos equipamentos. Isso tudo demonstra que a manutenção dos sistemas, nesse caso, precisa de um planejamento ainda mais intenso.

Como fazer a manutenção de sistemas redundantes?

Diante do cenário de redundância e da importância do planejamento, a manutenção tem algumas características especiais. Como visto, um dos pontos consiste em cuidar dos ativos sobressalentes. Já que eles também sofrem desgaste e depreciação, a manutenção preventiva serve para garantir que eles estejam prontos para o uso, quando necessário.

Além disso, é essencial cumprir outras etapas em sistemas redundantes. A seguir, veja quais são os pontos que devem ser considerados.

Crie cronogramas de manutenção

Os processos de cuidado com os equipamentos têm que ser executados de forma consistente. Para garantir tal efeito, é necessário elaborar um cronograma.

Ele inclui quais são os equipamentos e processos realizados em cada etapa, inclusive em relação aos ativos parados. O ideal é criar uma janela adequada para as necessidades de cada componente, de modo a atuar preventivamente e com redução de custos.

Emita relatórios constantes com respeito ao uso

Após a manutenção de sistemas, é essencial fazer um registro de acompanhamento. Essas informações devem incluir processos realizados e condições específicas sobre os ativos.

No entanto, apenas esses dados não são suficientes. O recomendado é emitir relatórios que considerem, também, o uso dos equipamentos. Ou seja, tanto os que estão em funcionamento quanto os parados devem fazer parte desses documentos.

Isso permite compreender o nível de disponibilidade da reserva, bem como os elementos que oferecem maiores problemas. Com o embasamento em dados, é viável tomar decisões melhores.

Otimize e reorganize o planejamento

É importante sempre manter o controle e acompanhar a vida do maquinário e seus custos, porém, a estratégia de manutenção depende diversos fatores. É preciso analisar os riscos ambientais para os operadores e para os manutentores.

Também é essencial alinhar as prioridades da empresa quanto ao processo produtivo e ao de manutenção para obter a otimização. O tempo de equipamento parado é realmente preocupante? Existe risco de perder o ativo? Em uma falha pode ocorrer um acidente pessoal ou ambiental? É recomendado alinhar as estratégias empresariais ao processo de produção e manutenção para otimizar os investimentos e custos com as reais necessidades da empresa.

Qual é o papel da tecnologia nessa relação?

A adoção de soluções tecnológicas rumo à automação é uma saída extremamente conveniente. Por meio de um bom sistema de gestão de manutenção, fica mais fácil planejar e acompanhar os resultados. Ao final, isso garante o funcionamento constante do negócio, já que evita paradas abruptas.

Na busca por uma alternativa funcional, o Engeman® é um software que se destaca. Por ser um sistema flexível, é capaz de se adaptar a várias necessidades. Então, os sistemas redundantes são favorecidos, já que apresentam características próprias. Entre as funcionalidades desse elemento, há alguns que se destacam.

Controle de documentação

A geração de ordens de serviço e a sua administração são etapas favorecidas quando a documentação é automatizada. Todos os elementos ficam centralizados e, desse jeito, podem ser gerenciados com menor dificuldade.

Planos de manutenção

Também é possível elaborar planejamentos de serviços, cronogramas e ações que devem ser executadas. Os diversos módulos permitem criar roteiros efetivos, com programações que variam entre periódica, acumulativa, por tendência, por data ou por eventos.

Controles de recursos

Outro ponto positivo é o controle de elementos como mão de obra, estoque e insumos. Também há uma adequação quanto ao conhecimento sobre os fornecedores e perdas no processo.

Análise de resultados

O Engeman® ainda favorece a emissão de relatórios por trazer vários recursos. Há a análise de falhas, o cálculo de perdas e até os insights de causas e efeitos de ocorrências. Desse jeito, é possível ter total visibilidade quanto à etapa — inclusive sobre os ativos que estão à espera.

A manutenção de sistemas assume características especiais diante da redundância. Com um bom planejamento e com o apoio da tecnologia, é possível obter resultados que, de fato, favorecem a disponibilidade do empreendimento.

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