Sobre globalização, ameaças e a competitividade
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Sobre globalização, ameaças e a competitividade

Globalização é um processo de interação e integração entre os povos, empresas e governos de diferentes nações, direcionado para o comércio internacional e investimentos, suportado pela tecnologia da informação. Considera‐se que teve seu início na década de 80, com a integração em nível mundial das relações econômicas e financeiras, tendo como polo dominante os Estados Unidos.

Como ponto positivo, a globalização trouxe o intercâmbio cultural e comercial. Mas trouxe também, como ponto negativo, uma interdependência na qual os países desenvolvidos são mais beneficiados acentuando o “gap” econômico entre eles e os países pobres.

Esse fenômeno é irreversível e, para o Brasil, teve as seguintes consequências, dentre outras:

  • aumento da vulnerabilidade externa no mercado econômico;
  • elevação das importações ocasionando redução do saldo ou ocorrência de déficit;  
  • ameaça de desindustrialização do país.

Ao mesmo tempo em que as ameaças estão presentes, faz‐se necessário encarar a situação tirando dela as lições que transformem essas ameaças em oportunidades. Em um país que tem um mercado consumidor considerável, recursos naturais e condições climáticas invejáveis, há que se induzir uma cultura que privilegie o aumento da competitividade das empresas nacionais, auxiliada por um suporte mais concreto do governo na área de infraestrutura que, atualmente, não se mostra adequada.

De acordo com Porter, a competitividade é a habilidade ou talento resultante de conhecimentos adquiridos capazes de criar e sustentar um desempenho superior ao desenvolvido pela concorrência. Ainda segundo Porter, o conceito que sustenta a competitividade é a produtividade, desde que a participação no mercado seja função da capacidade que as organizações têm de alcançar níveis mais altos de produtividade e aumentá‐la no decorrer do tempo.

A vantagem competitiva de qualquer organização tem origem nas atividades básicas, mas deve ser desenvolvida em todas as áreas da organização, ou seja, na operação, na logística, na manutenção, nos serviços, na gestão, na infraestrutura, na tecnologia / inovação e na cadeia de suprimentos. Em grande parte das empresas, não se faz o básico bem feito.

O COMEÇO: FAZER O BÁSICO BEM FEITO

Aumentar a competitividade é uma meta que deve fazer parte do processo de gestão das organizações.

Texto extraído do artigo “Melhoria da performance na manutenção”

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