Entenda quais fatores influenciam na vida útil de um pneu

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A vida útil de um pneu corresponde ao tempo em que o item consegue ser usado com segurança. Esse período — que pode ser de meses ou anos, por exemplo — varia, principalmente, com o tipo e com a intensidade de uso do veículo.

É importante notar que a vida útil não se encerra apenas quando o item não tem mais capacidade de uso. Em geral, ela é atingida no momento em que o material já não oferece as condições de segurança necessárias. Um pneu com sulcos muito profundos, por exemplo, não é mais adequado por não gerar atrito e estabilidade. Isso marca, portanto, o encerramento do seu período de utilidade.

Como o comportamento de uso influencia diretamente os resultados, é importante entender quais são as ações ideais. A seguir, veja o que pode aumentar (ou diminuir) a vida útil do pneu e otimize a gestão de frotas.

Qual é a vida útil média de pneus?

De forma geral, cada pneu tem uma durabilidade específica, já que tudo varia com a sua aplicação. Contudo, há algumas expectativas médias, dependendo dos fabricantes.

Em média, a vida útil do pneu de automóvel é de 40 a 60 mil quilômetros. Isso exige o uso em condições padronizadas, como no asfalto e por um tempo médio regular. No entanto, algumas ações podem fazer com que a expectativa de durabilidade caia pela metade.

Quais ações ajudam a aumentar a durabilidade?

Para diminuir a necessidade de troca, é possível colocar algumas medidas em prática. Como elas beneficiam o uso dos componentes e auxiliam na proteção dos pneus, são capazes de torná-los mais duráveis.

Conhecer as abordagens, portanto, é indispensável para chegar a um bom resultado. Na sequência, veja quais são as ações que levam a um aumento de vida útil do pneu.

Armazenamento adequado

Os pneus são feitos, basicamente, de borracha e lubrificantes. Se não forem guardados nas condições corretas, os materiais podem ressecar e a função fica comprometida. Sendo assim, um dos principais aspectos, aqui, é o armazenamento certo.

Na revenda, é essencial que os itens estejam guardados em locais arejados e livres da exposição solar direta. Por isso, realizar a compra em um estabelecimento de confiança e qualidade faz toda a diferença.

Depois da compra, é preciso cuidar para que os estepes sejam armazenados da forma correta. No caso de uma empresa com frota, é ainda mais importante garantir que os jogos desses itens fiquem nos locais ideais.

Calibração adequada

Para manter a segurança, os pneus também devem ser calibrados da maneira adequada. Em primeiro lugar, fique de olho na frequência. Ela deve acontecer a cada uma ou duas semanas, dependendo do nível de serviço do automóvel.

Além disso, é essencial respeitar o limite proposto pelo fabricante. Os pneus muito cheios correm o risco de ter a câmara estourada, de se desgastarem com intensidade e de ficarem suscetíveis a impactos. Por outro lado, os vazios ou murchos sofrem desgastes anormais nas bordas e nas laterais, o que também diminui o tempo de rodagem.

Rodízio de pneus

Em qualquer tipo de veículo — carros, motos ou caminhões —, há uma distribuição do peso total entre os pneus. Naqueles mais leves, o acúmulo de tensões é maior na parte dianteira. Já no transporte de cargas, os jogos traseiros são os que mais sofrem impactos.

De qualquer forma, há uma distribuição desigual das tensões. Então, é natural que alguns pneus se desgastem além dos outros. Para lidar com a situação, o melhor é fazer um rodízio. Troque as posições de tempos em tempos para que os mais desgastados fiquem nas áreas leves e vice-versa. Assim, é possível garantir um consumo por igual do material.

Alinhamento e balanceamento

Os eixos e a suspensão dos veículos sofrem com os impactos da direção. Dependendo do peso transportado e das vias percorridas, há um desalinhamento ou desbalanceamento. Nesse caso, é preciso realizar ações de correção no veículo, de modo a não prejudicar os pneus.

Quando o alinhamento e o balanceamento são feitos com regularidade, é possível impedir o excesso de tensões em certos pontos do veículo. Assim, a durabilidade é a principal favorecida e a segurança é mantida por um período maior.

Quais atitudes prejudicam a vida útil do pneu?

Alguns comportamentos abreviam a durabilidade do componente. Se forem repetidos ao longo do tempo, há o comprometimento da integridade desses itens. Para saber o que deve ser evitado, veja quais são as ações que prejudicam a vida útil do pneu.

Contato com abrasivos e solventes

Alguns produtos químicos corroem a borracha, portanto, o contato deles com os pneus é crucial para diminuir a durabilidade. Isso acontece, por exemplo, ao lavar o carro com certos materiais e deixar que eles escorram para as rodas. Nesse caso, podem ocorrer sulcos profundos ou até o comprometimento completo da estrutura.

Além de evitar esse contato no cotidiano, é recomendado ficar de olho nos estabelecimentos que lavam os veículos. Alguns produtos não são adequados aos pneus, então, é preciso ir a um local de confiança.

Direção pouco cuidadosa

A forma como o motorista conduz o veículo também impacta a vida útil do pneu. Andar em alta velocidade ou fazer frenagens bruscas aumenta o atrito e acelera o desgaste dos componentes. Além disso, há problemas como não usar a marcha correta ou não ter cuidado na hora de evitar buracos. Passar rapidamente pelos obstáculos, inclusive, prejudica o balanceamento.

Outros comportamentos inadequados incluem conduzir o veículo por terrenos muito acidentados ou que não são asfaltados corretamente. Como consequência, há uma duração menor da vida útil.

Falta de manutenção preventiva

Todo veículo precisa ter um planejamento de manutenção preventiva. É nessa fase que ocorre a otimização de vários componentes, de modo que tudo funcione da melhor maneira. Sem essa etapa, os defeitos se acumulam e começam a comprometer o desempenho.

Quando o automóvel não funciona do jeito que deveria, é provável que haja um desequilíbrio nas tensões dos pneus. Como resultado, passa a ocorrer um desgaste anormal, comprometendo a durabilidade.

Desconsideração sobre a validade

Todo pneu tem um tempo de validade de acordo com a sua data de fabricação. Dentro desse período, há garantias a respeito do desempenho dos componentes e da segurança. Fora dessa fase, no entanto, existem alguns prejuízos quanto ao uso.

Quando a data não é observada ou obedecida, há uma perda de performance e de vida útil do pneu. Mais que isso, ocorre um comprometimento da segurança e da estabilidade, o que aumenta os riscos em relação a acidentes. Sendo assim, é preciso respeitar o período para evitar problemas maiores.

A vida útil do pneu depende de cuidados e de comportamentos específicos. Ao usar as boas práticas, é possível maximizar a sua durabilidade e garantir total segurança.

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