- O que é eficiência energética e qual a relação com a manutenção?
- Por que a manutenção é decisiva para reduzir custos de energia?
- Quais equipamentos mais consomem energia na indústria
- Como identificar desperdícios de energia na manutenção
- Indicadores de eficiência energética que a manutenção deve acompanhar
- Como um software de manutenção ajuda a reduzir custos energéticos?
- Passo a passo para melhorar a eficiência energética com apoio da manutenção
- Qual a relação entre eficiência energética, ESG e manutenção?
- Erros comuns ao tentar reduzir custos de energia sem manutenção
- Eficiência energética é projeto pontual ou processo contínuo?
- Como escolher um software de manutenção para eficiência energética
- Conclusão
O que é eficiência energética e qual a relação com a manutenção?
Eficiência energética é a capacidade de realizar uma atividade, produzir um resultado ou manter um processo operacional utilizando a menor quantidade possível de energia, sem comprometer o desempenho, segurança ou qualidade.
Não significa economizar a qualquer custo. Significa utilizar energia com inteligência. Pense no seguinte cenário: duas indústrias produzem exatamente o mesmo produto, no mesmo volume.
A primeira possui equipamentos ajustados, limpos, lubrificados e calibrados. A segunda opera com máquinas desalinhadas, rolamentos desgastados, filtros obstruídos e motores superaquecendo. Ambas produzem, mas a segunda consome muito mais energia para fazer o mesmo trabalho.
Isso é ineficiência energética causada, principalmente, pela ausência de manutenção adequada.
A manutenção é um dos fatores que garantem que os equipamentos operem dentro das condições ideais, com confiabilidade e disponibilidade.
Quando isso não acontece, o ativo precisa se esforçar mais, e esse esforço extra se traduz em maior consumo energético e, consequentemente, maior custo. Na prática industrial e predial, eficiência energética envolve:
- Equipamentos adequados e bem dimensionados;
- Sistemas operando dentro das condições ideais;
- Monitoramento constante de consumo;
- Manutenção adequada.
Além da manutenção, existem vários outros fatores que interferem no consumo inteligente de energia em relação a um equipamento, porém para saber como lidar com tal ativo é importante conhecer ele e a sua eficiência energética.
Alguns equipamentos, como ar-condicionado, possuem sua eficiência energética medida pelo Procel (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica), por meio da Etiqueta PBE Edifica, integrante do Programa Brasileiro de Etiquetagem do Inmetro. Assim é possível obter a classificação de desempenho desses ativos.
A classificação varia entre A+, A, B, B-, C, D, E, F e G, sendo A+ destinada a um equipamento que tem uma eficiência energética maior e G uma eficiência menor.
E vale destacar que mesmo que um equipamento tenha sua classificação como A+ a manutenção ainda assim deve ser realizada de forma inteligente, pois sem ela o equipamento pode apresentar um consumo maior devido a fatores como:
- Filtros sujos em sistemas de climatização que aumentam o consumo;
- Luminárias sem limpeza que perdem eficiência luminosa.
Então para que o equipamento continue com um desempenho produtivo tanto em relação à eficiência energética quanto ao objetivo final de sua operação, a sua manutenção deve ser realizada com frequência no momento ideal.
Por que a manutenção é decisiva para reduzir custos de energia?
Equipamentos desgastados consomem mais energia para entregar o mesmo resultado, pois a energia consumida por eles não depende apenas de sua potência nominal, mas sim da sua condição operacional.
Um motor desalinhado com desequilíbrio de tensão, por exemplo, pode aumentar o consumo de energia consideravelmente, podendo chegar a ou ultrapassar 10% a mais.
Imagine uma empresa com dezenas ou centenas de motores desalinhados; isso representa milhares de reais por mês que serão gastos com o consumo de energia ineficiente.
Neste contexto a falta de manutenção em um equipamento elétrico pode fazê-lo perder um desempenho gradativamente por:
- Atrito devido à falta de lubrificação;
- Desequilíbrio de tensão;
- Sujeira e obstrução;
- Desalinhamento e desbalanceamento.
Todos estes e outros fatores contribuem para um esforço maior do equipamento em desempenhar o seu papel operacional. Dessa forma, equipamentos com a manutenção mal programada e mal regulada podem gerar calor excessivo, aumentando assim o custo com a energia.
Manter a manutenção de toda estrutura dos equipamentos traz pontos positivos como:
- Redução contínua de custos;
- Aumento da vida útil dos ativos;
- Maior previsibilidade financeira;
- Melhor confiabilidade operacional.
Quais equipamentos mais consomem energia na indústria
Nem todos os ativos têm o mesmo peso energético. Identificar os grandes consumidores é o primeiro passo para priorização inteligente. Após fazer a identificação através de um mapeamento inteligente, você conseguirá planejar estratégias para tomar as decisões corretas e sanar cada problema do maior para o menor.
Cada empresa de cada segmento tem uma estrutura de ativos diferente conforme sua atividade. Mas existem alguns equipamentos mais comuns, responsáveis por grande parte do impacto energético em indústrias.
Antes de listá-los, vamos ressaltar aqui o motor elétrico, que é responsável pelo funcionamento da grande maioria dos equipamentos modernos presentes nas indústrias e que necessitam de manutenção.
Motores elétricos
São o coração da indústria, pois estão presentes na grande maioria dos equipamentos industriais. O motor elétrico é um dos principais componentes de uma máquina industrial, pois é o responsável por transformar a energia em movimento mecânico, ou seja, ele usa eletricidade para produzir movimento.
Existem vários tipos de motores elétricos para atender a várias demandas diferentes, como industriais, domésticas, etc. Então, dentro deste contexto, alguns equipamentos que são responsáveis por grande parte do consumo energético de uma empresa e que têm uma necessidade constante de manutenção são:
- Bombas;
- Compressores;
- Esteiras;
- Misturadores;
- Sistemas HVAC;
- Ventiladores e Exaustores;
- Prensas;
- Pontes rolantes.
Estes são apenas alguns que são mais comuns em empresas de vários ramos, mas, como mencionamos, existem diversos equipamentos conforme cada ramo de atividade e que devem ter um cuidado de manutenção constante.
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Como identificar desperdícios de energia na manutenção
Para fazer uma identificação de um consumo inadequado de energia a partir de um equipamento, é necessário seguir métodos, análise de dados e não somente tentar agir por simples percepção.
No setor de manutenção alguns parâmetros, inclusive de verificação diária, são seguidos à risca para identificar o desempenho dos ativos.
Cada equipamento terá uma necessidade diferente e um checklist conforme cada necessidade de verificação que deve ser seguido periodicamente.
Mas de modo geral, na manutenção existem alguns parâmetros que podem ser seguidos e analisados para que a identificação de um consumo anormal possa ser identificada, mesmo que ela seja sutil, como:
- Estabeleça uma linha de base: é necessário ter um histórico confiável para que haja uma comparação eficiente. Com isso você saberá quanto cada equipamento e setor consomem com as atividades que são necessárias a partir dos comportamentos inadequados dos ativos.
Estabeleça um período em que a comparação que será feita tenha uma base também no comportamento do ativo quando ele estava em seu período inicial do seu ciclo de vida, assim você conseguirá ver com clareza a regressão de consumo energético do equipamento;
- Faça inspeções direcionadas: como mencionamos, cada ativo terá uma necessidade diferente de inspeção, mas em relação ao consumo energético, você pode fazer o uso de medidores para obter a informação de consumo em tempo real.
Acompanhe o consumo em diferentes modos de operação do ativo.
Faça uso de sensores e de software de manutenção, para que uma ordem de serviço possa ser emitida para um possível reparo caso a eficiência esteja fora dos padrões;
- Estabeleça uma programação periódica: não espere que o equipamento apresente anomalias para tomar as decisões, elabore uma programação de manutenção e vistoria periódica para ter sempre um controle efetivo do comportamento dos equipamentos. Mantenha os processos de manutenção em dia e isso ajudará a evitar o consumo energético ineficiente.
A manutenção eficiente por si só já irá identificar e evitar qualquer desperdício de energia em relação aos equipamentos, pois ela envolve, vistoria, análise de dados e programação eficiente.
Indicadores de eficiência energética que a manutenção deve acompanhar
Já entendemos até aqui que o acompanhamento de dados é um fator crucial para identificar se o consumo energético do ativo está conforme o ideal ou não. Mas saber quais dados é necessário identificar também é muito importante, pois cada um levará a uma decisão estratégica da gestão de manutenção.
Alguns desses indicadores podem ser:
- Consumo específico (kWh/unidade produzida): quantifica o gasto de energia real do equipamento em análise;
- Consumo Stand-by: mede o consumo energético do equipamento mesmo quando ele não está em funcionamento ou desligado, mas apenas conectado a uma fonte de energia;
- MTBF correlacionado com consumo: será usual para avaliar equipamentos que têm um tempo menor de operação entre as falhas apresentadas por um consumo energético maior;
- Quantidade de manutenção X ineficiência energética: irá medir a quantidade de ordens de serviço geradas e manutenções realizadas devido ao consumo alto e inadequado de energia;
- Custo de manutenção X ineficiência energética: a partir da quantidade de manutenção gerada devido a ineficiência energética você também deverá medir o custo dessas manutenções, para assim estudar possíveis investimentos que compensem estes custos.
A gestão de manutenção deve estudar todo o comportamento dos ativos através de dados reais de comportamento e indicadores, para que assim um planejamento estratégico e um investimento inteligente possam ser realizados.
Como um software de manutenção ajuda a reduzir custos energéticos?
Fazer um estudo detalhado, aliado a uma análise inteligente, é essencial para definir medidas eficazes na manutenção. Quando esse processo é realizado com apoio de um software CMMS, os resultados se tornam muito mais assertivos.
Um software permite análises e ações que seriam impossíveis através de planilhas ou controles manuais. É através dessas análises e ações de manutenções que o equipamento será melhor monitorado e, como consequência, terá um melhor comportamento em relação ao seu consumo energético.
Com o software você pode:
- Ter acesso facilitado ao histórico de manutenção detalhado por ativo;
- Ter alertas automáticos caso o consumo energético atinja um nível inadequado;
- Fazer a comparação do custo e da quantidade de manutenção geradas a partir de falhas de consumo ineficiente energético;
- Criar checklists de acompanhamento diário de verificação;
- Elaborar planos de manutenção preventivos e preditivos com programações eficientes e geração automática das O.S’s;
- Obter os KPIs gerados pelo software de forma facilitada e automática.
Um software de manutenção deve ser usado como aliado para que através de uma gestão de manutenção inteligente os custos energéticos apresentados por um desempenho inadequado do ativo por falta de manutenção sejam sanados.
Passo a passo para melhorar a eficiência energética com apoio da manutenção
Mesmo que você faça uso de um software competente de manutenção é importante seguir alguns passos em relação ao planejamento de modo geral, isso irá ajudar até mesmo no desempenho de uso do sistema.
Mas mesmo que não haja o uso do software, o setor de manutenção deve adotar alguns hábitos que ajudarão e muito a melhorar a eficiência energética dos equipamentos, como:
- Mapear os maiores consumidores: identifique os ativos que vêm apresentando um maior consumo energético para focar as estratégias de manutenção para eles;
- Criar diagnóstico técnico detalhado: para a inspeção periódica é importante fazer uma medição individualizada e avaliação dos componentes com bastante atenção. Então liste todos os componentes que devem ser verificados além do próprio consumo, pois são eles que podem vir a gerar uma ineficiência energética depois;
- Estabeleça metas mensais ou anuais: metas de redução de consumo são importantes para a obtenção do resultado através de táticas inteligentes inclusive no setor de manutenção;
- Invista na equipe de manutenção: treinamentos, metas compartilhadas, cultura energética são práticas que valem muito a pena o investimento, pois terão efeito visível na qualidade de mão de obra realizada nas manutenções depois;
- Monitore e revise: mesmo depois de identificar os pontos necessários e criar todo o planejamento de ação, é extremamente importante monitorar como está sendo feito todo o processo de manutenção para que, se necessário, uma revisão seja feita para melhoria destes processos.
Contar com apoio de toda a equipe de manutenção é muito importante para que o ciclo de todo o planejamento seja cumprido, desde a gestão até o operacional.
Qual a relação entre eficiência energética, ESG e manutenção?
Eficiência energética, ESG e manutenção não são temas isolados; eles estão ligados de forma bem direta e devem trabalhar em conjunto dentro de uma empresa.
Para entender essa relação, é importante mudar a forma de enxergar a energia. Ela não é apenas uma despesa fixa no fim do mês. Ela é um indicador de eficiência, de gestão e até de responsabilidade ambiental.
Quando uma empresa consome mais energia do que deveria, isso impacta três frentes ao mesmo tempo:
- Custo;
- Sustentabilidade;
- Credibilidade.
O ESG, Environmental, Social and Governance ou em português Ambiental, Social e Governança, é uma estratégia que está diretamente ligada à forma como as empresas conduzem suas atividades de maneira responsável levando em consideração os impactos que são causados no meio ambiente, nas pessoas e na sociedade como um todo.
Entendido isso, em relação à eficiência energética, quando uma empresa reduz o consumo de energia elétrica e passa a adotar hábitos de consumo através de fontes renováveis, ela também reduz suas emissões de gases de efeito estufa.
Mas e a manutenção, onde ela entra nessa história?
Agora vem o ponto mais importante: equipamentos não permanecem eficientes sozinhos. Um motor pode sair da fábrica com alto rendimento. Mas, com o tempo, desalinhamentos, desgaste, sujeira, vibração excessiva ou ajustes incorretos fazem com que ele continue funcionando, só que consumindo mais energia para fazer o mesmo trabalho.
A manutenção é necessária para a gestão de ativos juntamente com o ESG, aumentando a vida útil dos equipamentos com procedimentos bem planejados, diminuindo a necessidade de descarte precoce, melhorando também a segurança dos trabalhadores com equipamentos que operam com maior confiabilidade.
Quando eficiência energética e ESG estão conectados à manutenção, algumas vantagens são perceptíveis, como:
- A eficiência se mantém no longo prazo;
- Os dados são consistentes;
- A eficiência energética gera resultados financeiros favoráveis;
- A empresa ganha vantagem competitiva real.
A própria manutenção realizada para que o consumo de energia seja eficiente já é uma estratégia ESG, pois está colaborando para um consumo consciente que terá menos impacto ao meio ambiente.
Leia também: ESG na Manutenção Industrial: entenda como a gestão de ativos contribui para práticas sustentáveis.
Erros comuns ao tentar reduzir custos de energia sem manutenção
Já conseguimos entender que os equipamentos que são umas das principais razões do consumo de energia em uma indústria trazem uma ineficiência muito maior quando estão operando fora do seu estado normal que é justamente mantido pela manutenção.
Ou seja, o equipamento que não recebe uma manutenção eficiente traz ineficiência energética para sua indústria.
Neste contexto existem alguns erros que são persistentes e bem comuns quando se pensa que é possível reduzir os custos de energia apenas com alguns métodos, mas sem a manutenção, como:
- Apostar apenas em tecnologia nova: motores mais eficientes, iluminação led, sistemas automatizados etc. Tudo isso é muito importante, mas são ativos que também necessitam de manutenção;
- Cortar orçamento de manutenção para “economizar”: em momentos de pressão financeira, é comum reduzir custos considerados “indiretos”. A manutenção muitas vezes entra nessa lista. Mas o efeito aqui pode ser bem o contrário, gerando aumento de falhas, maior consumo de energia, crescimento de corretivas emergenciais e muito mais.
- Deixar a energia isolada no setor financeiro: quando a conta de energia é vista apenas como despesa contábil, as decisões ficam restritas ao financeiro.
Mas quem entende a causa do consumo elevado é a operação, e quem garante o desempenho dos ativos é a manutenção. Então neste contexto é necessário que os dois setores trabalhem de forma integrada; - Não medir antes e depois: outro erro comum é implementar ações sem estabelecer uma linha de base clara e sem saber, por exemplo, quanto cada setor consome, quanto cada ativo representa no total e qual é o consumo específico de cada equipamento. Sem medição estruturada, qualquer redução pode ser pontual ou até consequência de queda na produção.
Economizar energia sem cuidar dos equipamentos é querer colher frutos sem cuidar da raiz, não adianta tentar gastar menos energia se os aparelhos não estão funcionando direito.
Eficiência energética é projeto pontual ou processo contínuo?
Essa é uma pergunta que muda completamente a forma como a empresa lida com energia. Se a eficiência energética for tratada como projeto, ela terá começo, meio e fim. Se for tratada como processo contínuo, ela passa a fazer parte da cultura e da rotina da organização. E essa diferença define se os resultados serão temporários ou sustentáveis.
Tratar eficiência energética como processo significa trazer e viver uma melhoria contínua que trará vários benefícios para a empresa. Mas isso requer algumas mudanças e práticas constantes tanto no setor de manutenção quanto em outros que também são estratégicos para uma aplicação de novos hábitos, como:
- A adoção de fontes renováveis de energia;
- Mudança da cultura organizacional e conscientização das pessoas;
- Uma manutenção periódica e eficiente dos equipamentos;
- Projetos de arquitetura para proveito da luz natural;
Eficiência energética madura não tem data de encerramento. Trata-se de um processo contínuo, que exige acompanhamento, ajustes e melhoria constante.
Como escolher um software de manutenção para eficiência energética
Se eficiência energética é um processo contínuo, ela precisa de organização, dados confiáveis e acompanhamento constante. E isso, na prática, não se sustenta com planilhas soltas ou controles manuais e informais. É neste momento que um software de manutenção competente entra como aliado para apoiar a eficiência energética através da gestão da manutenção.
Mas não é qualquer sistema que cumpre esse papel, a escolha precisa considerar alguns pontos essenciais:
- Controle detalhado de ativos: eficiência energética começa na condição do equipamento. Então é necessário que o software permita:
- Cadastro completo de cada ativo;
- Registro de falhas;
- Classificação por criticidade;
- Histórico de manutenção.
Quando é possível visualizar o histórico técnico de um motor, bomba ou compressor, fica mais fácil correlacionar aumento de consumo com desgaste ou falhas recorrentes;
- Indicadores e relatórios gerenciais: eficiência energética exige acompanhamento constante. O software ideal deve permitir:
- Consulta de relatórios comparativos por período;
- Análise de tendência;
- Possibilidade de personalização de gráficos e relatórios.
Com dados estruturados as decisões são estratégicas;
- Integração com monitoramento: eficiência energética madura depende cada vez mais de dados em tempo real. Então o software precisa ter a capacidade de integração com sensores de monitoramento para emitir um alarme ou até mesmo uma O.S. para um reparo em tempo real caso seja necessário.
O software Engeman® é um sistema de gestão da manutenção CMMS que vai além da abertura de ordens de serviço. Além das funcionalidades acima ele permite:
- Acompanhamento de custos por ativo;
- Planejamento preventivo e preditivo detalhado;
- Análise de falhas.
Assim, fica muito mais fácil acompanhar o comportamento do ativo em relação a sua eficiência energética e elaborar uma gestão de manutenção para que seu desempenho possa estar em constante melhoria.
Conclusão
Eficiência energética não é algo que acontece por acaso. Não basta trocar equipamentos ou criar projetos pontuais. Ela depende de gestão, cuidado com os ativos, manutenção estruturada e acompanhamento contínuo.
O Engeman® é uma ferramenta que ajuda exatamente nesse caminho: organiza a manutenção, gera dados confiáveis e dá suporte para que a eficiência energética se torne parte da rotina da sua empresa e não apenas uma meta no papel.
Utilizar o Engeman® para gerir a manutenção permite melhorar o desempenho dos equipamentos e, como consequência, elevar a eficiência energética.
É uma decisão estratégica para reduzir custos e aumentar a confiabilidade operacional. Fale com um de nossos especialistas para entender melhor o assunto.







