Controle de O.S no setor de telecomunicações: planeje e garanta maior produtividade

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O setor de telecomunicações demanda uma série de obrigações que devem ser cumpridas. O controle desses pontos é fundamental para o bom funcionamento da empresa, seja assim por meio do planejamento, seja por meio de uma gestão eficiente dos processos enquanto eles ocorrem.

O controle de O.S. é fundamental, já que consiste em uma ferramenta essencial para organizar a ordem do dia da empresa, gerenciar equipes, agendar reparos, manutenções e instalações,  pontos fundamentais para a rotina organizacional.

Continue lendo e saiba mais sobre como é feito esse controle, compreenda de que maneira funciona uma gestão de mão de obra no setor de telecomunicações, a relação entre controle de O.S. com produtividade e planejamento de serviços e o que a legislação diz a respeito do tema.

Controle de ordem de serviço

O controle de O.S. normalmente é realizado por meio de um sistema de gerenciamento de ordens de serviço, assim, em contraste com procedimentos criados para catalogar as solicitações de instalações, bem como para criar planos de ação para as rotinas diárias. 

Cada empresa tem o seu próprio sistema, de acordo com as peculiaridades empresariais, o que pode demandar um sistema mais robusto e sofisticado, ou, em outros casos, um software simples pode ser o suficiente para dar conta das demandas.

O essencial é que ele seja capaz de identificar a solicitação realizada e o tipo de manutenção a ser feita, categorizando as ordens de serviço dentro das ramificações de atividades da empresa nas seguintes categorias:

  • corretivas;
  • preventivas;
  • preditivas.

Ele também deve ser apto a corresponder ao plano de ação definido pela empresa, seguindo os protocolos de demandas emergenciais.

O controle das ordens de serviço é essencial, pois é uma forma de estabelecer comunicação entre os diversos setores (atendimento, engenharia, materiais, entre outros). Por meio da formalização do documento, o gestor indica o que precisa ser feito e todos os colaboradores envolvidos conseguem compreender o que precisa ser realizado. Ele, normalmente, é de responsabilidade dos profissionais da área de Segurança do Trabalho.

Produtividade e planejamento de serviços de Telecomunicações

A produtividade é essencial como resultado em serviços de Telecomunicações. Principalmente por se tratar de uma área delicada no Brasil, onde consequentemente (é o ramo que mais registra reclamações no Procon), assim é necessário prestar um serviço de qualidade para conquistar o maior número de clientes possível,  consequentemente assim mantendo sua fidelização irá evitar problemas legais posteriores.

A produtividade, nessa área, está intimamente ligada com o planejamento dos serviços a serem realizados.

Ele pode ser feito, também, por meio de um sistema automatizado. A sofisticação dessa etapa, do mesmo modo como falamos, também dependerá das peculiaridades da empresa. 

Mão de obra no setor de telecomunicação

Outro ponto que deve receber a atenção dos responsáveis pelo controle das ordens de serviço diz respeito à especialização dos colaboradores envolvidos nos processos a serem realizados.

Em sua maioria, são engenheiros elétricos (com especialização em telecomunicação), eletrônicos, civis e mecânicos. 

O que deve ser observado é quais são as especificações contidas nas previsões legais da área, como veremos a seguir.

Previsão legal da ordem de serviço

Por se tratar de um serviço essencial, consequentemente há uma série de regulações sobre a atuação das telecomunicações.

As NBRs (Normas Brasileiras Reguladoras) são as regras que orientam a manutenção, segurança do trabalhador, segurança do meio ambiente. As principais são:

  • NBR 14565: procedimento básico para elaboração do projeto de telecomunicações;
  • NBR 16415: especifica as estruturas e requisitos para os caminhos e espaços dentro de edifícios.
  • NBR: 13301: 1995: redes telefônicas internas em prédios — simbologia;
  • NBR: 13726: 1996: redes telefônicas internas em prédios — projeto;
  • NBR 13727:1996 – redes telefônicas internas em prédios — plantas/partes componentes do projeto de tubulação telefônica;
  • NBR 13822:1997: redes telefônicas em edificações com até cinco pontos telefônicos — projeto;
  • NBR 9115:1991: fio telefônico “Fi” isolado com cloreto de polivinila (PVC) — especificação;
  • NBR 9116:1991: fio telefônico externo “Fe” isolado com cloreto de polivinila (PVC), polietileno (PE) ou copolímero — especificação;
  • NBR 9123:1991: fio telefônico “FDG” isolado com cloreto de polivinila (PVC) — especificação;
  • NBR 9124:1999: cabo telefônico isolado com termoplástico e núcleo protegido por capa APL — especificação;
  • NBR 10484:1988: cabo telefônico CCE-APL isolado com polietileno ou polipropileno, protegido por capa APL — especificação;
  • NBR 10488:1991: cabo telefônico “CTP-APL-SN” isolado com polipropileno, protegido por capa APL — especificação;
  • NBR 10497:1991: cabo telefônico “CCE” isolado com polietileno ou propileno, assim, consequentemente, com revestimento interno de polietileno.
  • NBR 5410:1997: instalações elétricas de baixa tensão.

As ordens de serviço referentes a reparos, manutenções e instalações devem obedecer aos pontos tratados nessas normas.

Importância de um bom sistema de controle de O.S.

O uso de tecnologias, como um sistema adequado, competente e que seja capaz de atender os anseios das mais diferentes empresas, deve ser capaz de cadastrar as solicitações da seguinte forma:

  • cadastro manual e direto: feito para as manutenções corretivas, quando algum ponto de aplicação de manutenção falha. 
  • cadastro via solicitação de serviços: feito por meio de solicitações de usuários

Assim, consequentemente,  é necessário, do mesmo modo, que você invista assim em um bom sistema de gestão. Assim, conheça o Engeman®, o sistema que será seu grande aliado na hora de gerar as ordens de serviço da sua empresa de telecomunicações. Saiba mais em nosso site.

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