Resultados com Engeman®: o que empresas reais alcançaram na gestão da manutenção

Todo fornecedor de software promete redução de custo e aumento de disponibilidade. O que raramente aparece é o número, com o nome da empresa, o cargo de quem respondeu e o período de apuração.

Neste conteúdo vamos fazer o caminho inverso. Ele reúne os resultados que empresas reais relataram depois de implantar o Engeman®, com a citação original de cada gestor e o link para o case completo, para que você possa conferir a fonte em vez de confiar na nossa palavra.

São operações bastante diferentes entre si, o que também importa. Há indústria de alimentos, curtume, embalagens flexíveis, saneamento, transporte, autopeças, locação de equipamentos pesados e varejo atacadista. O que elas têm em comum não é o segmento, e sim o ponto de partida: quase todas vinham de controle manual em planilha, papel ou e-mail.

Confira um resumo do que você vai encontrar por aqui:

  • Os números consolidados: a tabela com todos os resultados quantificados e a fonte de cada um.
  • Redução de paradas e corretivas: o que Vapza, Inflex e Vancouros registraram.
  • Controle de preventivas e confiabilidade: o caso da Companhia de Saneamento de Jundiaí e de outras operações críticas.
  • Custos, estoque e produtividade: da redução de peças obsoletas à eliminação do papel.
  • O padrão por trás dos resultados: o que essas empresas fizeram em comum para chegar lá.

Quais resultados as empresas alcançam com o Engeman®?

A tabela abaixo reúne os resultados quantificados que os próprios clientes relataram em cases de sucesso, com a identificação de quem informou cada número.

Resultados relatados por clientes Engeman®

EmpresaSegmentoResultado relatadoFonte
Vapza AlimentosAlimentosRedução de aproximadamente 50% nas horas de parada em 2025, comparado a 2024Humberto Ianczkovski, Analista de PCM
VancourosCurtumeRedução de 60% nas manutenções corretivasAlberto Visconcini, Gerente de TI
InflexEmbalagens flexíveisQueda de 51,8% no tempo de máquina parada por manutenção corretiva, comparado a 2020Apurado pelos motivos de parada registrados no ERP
Cia. Saneamento de JundiaíSaneamentoControle de 90% das preventivas e redução de 20% nas quebras de equipamentosRafael Alexsander Cardoso, Engenheiro de Manutenção
TermovTransporteRedução de 90% no uso de papelSilas Mourthè, responsável por Suprimentos

Os percentuais acima são resultados relatados pelos próprios clientes em entrevista, e não por auditorias independentes. Eles refletem a realidade de cada operação, com seu ponto de partida, sua maturidade de processo e seu nível de adesão da equipe. Por isso, são evidências do que é possível alcançar, e não uma promessa de resultado padrão.

Redução de paradas e de manutenção corretiva

Este é o resultado mais recorrente, e a razão é simples: quando a empresa passa a controlar a execução das preventivas com disciplina, as corretivas caem como consequência.

Vapza Alimentos

A Vapza vinha de uma gestão sem rastreabilidade, com planos em planilha e decisões tomadas sem base em dados. Depois de estruturar a manutenção no Engeman®, o resultado apareceu na comparação entre anos.

“Em 2025, tivemos uma redução de aproximadamente 50% em relação às horas de parada registradas no ano de 2024. Esse resultado reflete diretamente o avanço na disciplina dos planos preventivos.”

  • Humberto Ianczkovski, Analista de PCM da Vapza Alimentos

A segunda frase é a mais importante das duas, porque explica o mecanismo. Não foi o software que reduziu a parada, e sim a disciplina de execução que o software passou a tornar visível e cobrável. Leia o case completo da Vapza.

Inflex

A Inflex controlava os ativos por um módulo de ERP que não era voltado para manutenção, e o tempo de máquina parada era elevado. Após a adoção do Engeman®, a empresa registrou queda de 51,8% no tempo de máquina parada por motivos de manutenção corretiva em relação a 2020, número apurado a partir dos motivos de parada lançados no próprio ERP da empresa.

“Antes do Engeman®, a manutenção de ativos se dava através de uma ferramenta de ERP, que não era centrada em manutenção.”

  • Delvani Gonçalves de Oliveira, Gerente de Manutenção da Inflex

Esse é um ponto que aparece com frequência em operações industriais. O ERP registra o custo, porém não planeja a intervenção, não controla periodicidade e não guarda o histórico técnico do ativo. Leia o case completo da Inflex.

Vancouros

No curtume Vancouros, o volume de corretivas era alto e não havia indicadores para sustentar a decisão.

“Diminuímos consideravelmente as manutenções corretivas, aplicando inclusive métricas oferecidas pela solução. Podemos afirmar que a redução chegou a 60%.”

  • Alberto Visconcini, Gerente de Tecnologia da Informação da Vancouros

Vale observar que o próprio entrevistado associa o resultado às métricas, e não apenas ao registro das ordens de serviço. Leia o case completo da Vancouros.

Controle de preventivas e confiabilidade

Em operações de serviço essencial, o indicador que importa não é quantas corretivas aconteceram, e sim quantas preventivas foram efetivamente executadas no prazo.

Companhia de Saneamento de Jundiaí

A CSJ utilizava um aplicativo genérico de gestão de projetos, que falhava justamente no controle das preventivas. Depois da migração para o Engeman®, o cenário mudou em duas frentes ao mesmo tempo.

“Hoje temos o controle de 90% das preventivas. Obtivemos uma redução de 20% das quebras dos equipamentos.”

  • Rafael Alexsander Cardoso, Engenheiro de Manutenção da Companhia de Saneamento de Jundiaí

A sequência entre os dois números ilustra bem a relação de causa e efeito que sustenta toda a lógica da manutenção preventiva: o controle da execução vem primeiro, a redução de quebra vem depois. Leia o case completo da CSJ.

Outras operações críticas seguiram caminho parecido. A NEOgás, que trabalha com ativos de alta pressão, implantou planos e periodicidades e reduziu a recorrência de falhas. Já a Gelprime saiu da catalogação manual e passou a preservar garantias de equipamento que antes se perdiam por falta de comprovação de manutenção.

Custos, estoque e produtividade administrativa

Nem todo ganho aparece como percentual de disponibilidade. Parte dele está no custo e no tempo administrativo que a equipe deixa de gastar.

Yazaki

A Yazaki convivia com estoque sem controle estratégico e requisições inteiramente manuais. A empresa opera o Engeman® em nuvem, com integração ao controle de materiais.

“As requisições para o estoque eram feitas manualmente e então com o Engeman® nós conseguimos fazer uma customização para uma abertura de requisição automática. Conseguimos diminuir peças e lotes de peças obsoletas nos estoques das filiais, evitando descartes por vencimento de lotes.”

  • Alessandro Santos, Líder de Manutenção da Yazaki Corporation

O segundo trecho descreve um ganho que raramente entra na conta de retorno sobre investimento e costuma ser expressivo: material comprado, estocado e descartado sem nunca ter sido usado. Se o tema da sua avaliação é justamente esse, vale ler também os 12 critérios para avaliar um sistema de manutenção com controle de estoque. Leia o case completo da Yazaki.

Termov

Na Termov, o controle era feito em papel e planilha, o que travava tanto a execução quanto a apuração posterior.

“Conseguimos até o momento uma redução do uso de papel em 90%!”

  • Silas Mourthè, responsável por Suprimentos da Termov

Por trás do número de papel existe um ganho menos visível, que é a eliminação do retrabalho de digitação. Quando o apontamento nasce digital, a informação chega íntegra à gestão em vez de chegar transcrita dias depois. Leia o case completo da Termov.

Codil

Na Codil, o problema era de precisão e não de volume. Com o crescimento da frota, o custo por quilômetro deixou de ser confiável. Após a estruturação no Engeman®, a empresa passou a apurar esse indicador com precisão, o que viabiliza a decisão de renovação de frota com base em dados. Leia o case completo da Codil.

Mobilidade, operações remotas e multiunidade

Um grupo de resultados aparece especificamente em operações distribuídas, onde o desafio não é analisar o dado, e sim conseguir capturá-lo.

A Locar Guindastes usa o funcionamento offline do Módulo Mobile para acompanhar manutenções de embarcações que dão apoio a plataformas de petróleo a 100 e 200 quilômetros da costa, onde a conexão simplesmente não existe de forma confiável. O case da Locar mostra como o registro acontece em campo e sincroniza quando o sinal retorna.

A Ancar Ivanhoe, que administra shoppings pelo país, tinha processos manuais e controles físicos que impediam qualquer visão corporativa.

“Não era possível enxergar dados de manutenção da empresa de forma corporativa, os processos eram manuais e os controles físicos. Com o incremento do Engeman® podemos reunir as informações de forma mais rápida e segura.”

  • Caio Guerra, Coordenador Corporativo de Manutenção da Ancar

O Complexo do Pecém e a Arena das Dunas seguiram o mesmo caminho com o Módulo Mobile, enquanto a SP de Lima usou a combinação de ordem de serviço automatizada e mobile para otimizar o controle de SLA em contratos de serviço.

Integração e evolução tecnológica

Há ainda uma categoria de resultado que não se mede em percentual de disponibilidade, e sim em capacidade analítica e redução de esforço de TI.

A Atakarejo, rede baiana de atacarejo, migrou do Engeman® desktop para o modelo em nuvem e destacou justamente a ausência de ruído na transição.

“Um dos principais indicadores de sucesso da migração foi sua transparência para os usuários. Conseguimos evoluir a arquitetura da solução sem impactos relevantes na operação, preservando a produtividade das equipes.”

“A qualidade da API e da documentação facilitou significativamente nosso processo de integração com o ambiente de BI.”

Esse é um tipo de resultado que raramente aparece em material de fornecedor, porque é um ganho de ausência: nada quebrou, ninguém precisou de treinamento extensivo e a operação não parou. Leia o case completo da Atakarejo.

A P.A. Gold chegou ao Engeman® com sistemas desintegrados entre ERP, almoxarifado e RH, e a Real Guindastes substituiu o controle em Excel por processos integrados, reduzindo o risco de perda de informação.

O que esses resultados têm em comum?

Olhando o conjunto, três padrões se repetem independentemente do segmento.

O ponto de partida é quase sempre o mesmo. Planilha, papel, e-mail ou módulo de ERP não voltado para manutenção. Isso significa que o primeiro ganho raramente vem de um recurso avançado, e sim de simplesmente passar a ter histórico confiável vinculado ao ativo.

O resultado aparece na sequência certa. Primeiro vem o controle da execução das preventivas, depois a queda das corretivas, depois a redução de custo. Quando uma empresa tenta perseguir a redução de custo direto, sem passar pelas duas etapas anteriores, o número não se sustenta.

A adesão da equipe de campo define o teto. Vários desses cases mencionam facilidade de uso e funcionamento offline como fator decisivo. Um sistema que o técnico não usa produz um indicador que mede disciplina de digitação, e não saúde dos ativos.

Como o Engeman® produz esses resultados

O Engeman® é um CMMS (Computerized Maintenance Management System), ou seja, um software especialista em gestão da manutenção, com mais de 30 anos de mercado. Os resultados acima não vêm de um recurso isolado, e sim da continuidade do dado ao longo de todo o ciclo.

Na prática, o plano de manutenção dispara a ordem de serviço conforme a programação adequada ao padrão de desgaste do ativo, a rotina de nivelamento de recursos confronta essa programação com a capacidade real da equipe, o técnico executa e aponta pelo Módulo Mobile com evidência e funcionamento offline, o fechamento da ordem registra consumo de material e horas, e esse registro alimenta diretamente os indicadores de manutenção que o gestor acompanha.

É esse percurso sem transcrição no meio do caminho que permite a um Analista de PCM afirmar com segurança que as horas de parada caíram pela metade de um ano para o outro.

Conclusão

Os resultados reunidos aqui vêm de operações muito distintas, que vão de uma indústria de alimentos a uma companhia de saneamento, passando por curtume, transporte e locação de equipamentos pesados. A variedade importa, porque mostra que o ganho não depende do segmento, e sim da mudança de método.

Vale repetir o padrão, já que ele é o aprendizado mais útil deste conteúdo: o resultado aparece quando a empresa passa a controlar a execução das preventivas, e não quando simplesmente digitaliza o registro das corretivas. A ordem dos fatores muda completamente o desfecho.

Se a sua operação ainda depende de planilha, papel ou de um módulo de ERP que não foi feito para manutenção, provavelmente você já sabe quais são os seus gargalos. O que falta é a estrutura que transforma esse diagnóstico em rotina controlada. 

Fale com a nossa equipe e agende uma demonstração para ver o Engeman® aplicado aos seus ativos, ou explore todos os cases de sucesso para encontrar a operação mais parecida com a sua.

Perguntas frequentes sobre o tema
Quais resultados é possível alcançar com um CMMS?

Os resultados relatados por clientes Engeman® incluem redução de aproximadamente 50% nas horas de parada, queda de 51,8% no tempo de máquina parada por corretiva, redução de 60% nas manutenções corretivas, controle de 90% das preventivas com redução de 20% nas quebras, e redução de 90% no uso de papel. Esses números variam conforme o ponto de partida de cada operação, a maturidade do processo e a adesão da equipe, portanto devem ser lidos como evidências do que é possível, e não como padrão garantido.

Quanto tempo leva para ver resultado depois de implantar o sistema?

Depende do que está sendo medido. Ganhos administrativos, como eliminação de retrabalho de digitação e acesso rápido ao histórico, costumam aparecer logo nos primeiros meses de uso efetivo. Já a redução de paradas e de corretivas exige pelo menos um ciclo completo de preventivas executadas com disciplina para se tornar mensurável. Nos cases publicados, as comparações mais consistentes são feitas de um ano para o outro, justamente porque esse é o período que permite isolar sazonalidade e mudanças de operação.

Qual é o primeiro resultado que costuma aparecer?

Normalmente é a rastreabilidade, ou seja, a capacidade de responder rapidamente o que foi feito em determinado ativo, quando, por quem e com qual material. Pode parecer um ganho modesto diante de percentuais de disponibilidade, porém é ele que torna todos os outros possíveis. Sem histórico confiável vinculado ao equipamento, não existe cálculo de MTBF e MTTR, não existe análise de causa raiz e não existe justificativa técnica para investimento ou substituição de ativo.

Em que segmentos o Engeman® é utilizado?

Os cases publicados cobrem alimentos e bebidas, mineração e metalurgia, manufatura em geral, autopeças, embalagens, cerâmica, defesa, energia e gás, saneamento, transporte e logística, locação de equipamentos pesados, infraestrutura e facilities, varejo atacadista e prestação de serviços terceirizados. Essa amplitude existe porque a lógica de gestão da manutenção é comum a todos eles, variando principalmente nas exigências normativas e no tipo de ativo controlado.

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