- Quais resultados as empresas alcançam com o Engeman®?
- Redução de paradas e de manutenção corretiva
- Controle de preventivas e confiabilidade
- Custos, estoque e produtividade administrativa
- Mobilidade, operações remotas e multiunidade
- Integração e evolução tecnológica
- O que esses resultados têm em comum?
- Como o Engeman® produz esses resultados
- Conclusão
Quais resultados as empresas alcançam com o Engeman®?
A tabela abaixo reúne os resultados quantificados que os próprios clientes relataram em cases de sucesso, com a identificação de quem informou cada número.
Resultados relatados por clientes Engeman®
| Empresa | Segmento | Resultado relatado | Fonte |
| Vapza Alimentos | Alimentos | Redução de aproximadamente 50% nas horas de parada em 2025, comparado a 2024 | Humberto Ianczkovski, Analista de PCM |
| Vancouros | Curtume | Redução de 60% nas manutenções corretivas | Alberto Visconcini, Gerente de TI |
| Inflex | Embalagens flexíveis | Queda de 51,8% no tempo de máquina parada por manutenção corretiva, comparado a 2020 | Apurado pelos motivos de parada registrados no ERP |
| Cia. Saneamento de Jundiaí | Saneamento | Controle de 90% das preventivas e redução de 20% nas quebras de equipamentos | Rafael Alexsander Cardoso, Engenheiro de Manutenção |
| Termov | Transporte | Redução de 90% no uso de papel | Silas Mourthè, responsável por Suprimentos |
Os percentuais acima são resultados relatados pelos próprios clientes em entrevista, e não por auditorias independentes. Eles refletem a realidade de cada operação, com seu ponto de partida, sua maturidade de processo e seu nível de adesão da equipe. Por isso, são evidências do que é possível alcançar, e não uma promessa de resultado padrão.
Redução de paradas e de manutenção corretiva
Este é o resultado mais recorrente, e a razão é simples: quando a empresa passa a controlar a execução das preventivas com disciplina, as corretivas caem como consequência.
Vapza Alimentos
A Vapza vinha de uma gestão sem rastreabilidade, com planos em planilha e decisões tomadas sem base em dados. Depois de estruturar a manutenção no Engeman®, o resultado apareceu na comparação entre anos.
“Em 2025, tivemos uma redução de aproximadamente 50% em relação às horas de parada registradas no ano de 2024. Esse resultado reflete diretamente o avanço na disciplina dos planos preventivos.”
- Humberto Ianczkovski, Analista de PCM da Vapza Alimentos
A segunda frase é a mais importante das duas, porque explica o mecanismo. Não foi o software que reduziu a parada, e sim a disciplina de execução que o software passou a tornar visível e cobrável. Leia o case completo da Vapza.
Inflex
A Inflex controlava os ativos por um módulo de ERP que não era voltado para manutenção, e o tempo de máquina parada era elevado. Após a adoção do Engeman®, a empresa registrou queda de 51,8% no tempo de máquina parada por motivos de manutenção corretiva em relação a 2020, número apurado a partir dos motivos de parada lançados no próprio ERP da empresa.
“Antes do Engeman®, a manutenção de ativos se dava através de uma ferramenta de ERP, que não era centrada em manutenção.”
- Delvani Gonçalves de Oliveira, Gerente de Manutenção da Inflex
Esse é um ponto que aparece com frequência em operações industriais. O ERP registra o custo, porém não planeja a intervenção, não controla periodicidade e não guarda o histórico técnico do ativo. Leia o case completo da Inflex.
Vancouros
No curtume Vancouros, o volume de corretivas era alto e não havia indicadores para sustentar a decisão.
“Diminuímos consideravelmente as manutenções corretivas, aplicando inclusive métricas oferecidas pela solução. Podemos afirmar que a redução chegou a 60%.”
- Alberto Visconcini, Gerente de Tecnologia da Informação da Vancouros
Vale observar que o próprio entrevistado associa o resultado às métricas, e não apenas ao registro das ordens de serviço. Leia o case completo da Vancouros.
Controle de preventivas e confiabilidade
Em operações de serviço essencial, o indicador que importa não é quantas corretivas aconteceram, e sim quantas preventivas foram efetivamente executadas no prazo.
Companhia de Saneamento de Jundiaí
A CSJ utilizava um aplicativo genérico de gestão de projetos, que falhava justamente no controle das preventivas. Depois da migração para o Engeman®, o cenário mudou em duas frentes ao mesmo tempo.
“Hoje temos o controle de 90% das preventivas. Obtivemos uma redução de 20% das quebras dos equipamentos.”
- Rafael Alexsander Cardoso, Engenheiro de Manutenção da Companhia de Saneamento de Jundiaí
A sequência entre os dois números ilustra bem a relação de causa e efeito que sustenta toda a lógica da manutenção preventiva: o controle da execução vem primeiro, a redução de quebra vem depois. Leia o case completo da CSJ.
Outras operações críticas seguiram caminho parecido. A NEOgás, que trabalha com ativos de alta pressão, implantou planos e periodicidades e reduziu a recorrência de falhas. Já a Gelprime saiu da catalogação manual e passou a preservar garantias de equipamento que antes se perdiam por falta de comprovação de manutenção.
Custos, estoque e produtividade administrativa
Nem todo ganho aparece como percentual de disponibilidade. Parte dele está no custo e no tempo administrativo que a equipe deixa de gastar.
Yazaki
A Yazaki convivia com estoque sem controle estratégico e requisições inteiramente manuais. A empresa opera o Engeman® em nuvem, com integração ao controle de materiais.
“As requisições para o estoque eram feitas manualmente e então com o Engeman® nós conseguimos fazer uma customização para uma abertura de requisição automática. Conseguimos diminuir peças e lotes de peças obsoletas nos estoques das filiais, evitando descartes por vencimento de lotes.”
- Alessandro Santos, Líder de Manutenção da Yazaki Corporation
O segundo trecho descreve um ganho que raramente entra na conta de retorno sobre investimento e costuma ser expressivo: material comprado, estocado e descartado sem nunca ter sido usado. Se o tema da sua avaliação é justamente esse, vale ler também os 12 critérios para avaliar um sistema de manutenção com controle de estoque. Leia o case completo da Yazaki.
Termov
Na Termov, o controle era feito em papel e planilha, o que travava tanto a execução quanto a apuração posterior.
“Conseguimos até o momento uma redução do uso de papel em 90%!”
- Silas Mourthè, responsável por Suprimentos da Termov
Por trás do número de papel existe um ganho menos visível, que é a eliminação do retrabalho de digitação. Quando o apontamento nasce digital, a informação chega íntegra à gestão em vez de chegar transcrita dias depois. Leia o case completo da Termov.
Codil
Na Codil, o problema era de precisão e não de volume. Com o crescimento da frota, o custo por quilômetro deixou de ser confiável. Após a estruturação no Engeman®, a empresa passou a apurar esse indicador com precisão, o que viabiliza a decisão de renovação de frota com base em dados. Leia o case completo da Codil.
Mobilidade, operações remotas e multiunidade
Um grupo de resultados aparece especificamente em operações distribuídas, onde o desafio não é analisar o dado, e sim conseguir capturá-lo.
A Locar Guindastes usa o funcionamento offline do Módulo Mobile para acompanhar manutenções de embarcações que dão apoio a plataformas de petróleo a 100 e 200 quilômetros da costa, onde a conexão simplesmente não existe de forma confiável. O case da Locar mostra como o registro acontece em campo e sincroniza quando o sinal retorna.
A Ancar Ivanhoe, que administra shoppings pelo país, tinha processos manuais e controles físicos que impediam qualquer visão corporativa.
“Não era possível enxergar dados de manutenção da empresa de forma corporativa, os processos eram manuais e os controles físicos. Com o incremento do Engeman® podemos reunir as informações de forma mais rápida e segura.”
- Caio Guerra, Coordenador Corporativo de Manutenção da Ancar
O Complexo do Pecém e a Arena das Dunas seguiram o mesmo caminho com o Módulo Mobile, enquanto a SP de Lima usou a combinação de ordem de serviço automatizada e mobile para otimizar o controle de SLA em contratos de serviço.
Integração e evolução tecnológica
Há ainda uma categoria de resultado que não se mede em percentual de disponibilidade, e sim em capacidade analítica e redução de esforço de TI.
A Atakarejo, rede baiana de atacarejo, migrou do Engeman® desktop para o modelo em nuvem e destacou justamente a ausência de ruído na transição.
“Um dos principais indicadores de sucesso da migração foi sua transparência para os usuários. Conseguimos evoluir a arquitetura da solução sem impactos relevantes na operação, preservando a produtividade das equipes.”
“A qualidade da API e da documentação facilitou significativamente nosso processo de integração com o ambiente de BI.”
Esse é um tipo de resultado que raramente aparece em material de fornecedor, porque é um ganho de ausência: nada quebrou, ninguém precisou de treinamento extensivo e a operação não parou. Leia o case completo da Atakarejo.
A P.A. Gold chegou ao Engeman® com sistemas desintegrados entre ERP, almoxarifado e RH, e a Real Guindastes substituiu o controle em Excel por processos integrados, reduzindo o risco de perda de informação.
O que esses resultados têm em comum?
Olhando o conjunto, três padrões se repetem independentemente do segmento.
O ponto de partida é quase sempre o mesmo. Planilha, papel, e-mail ou módulo de ERP não voltado para manutenção. Isso significa que o primeiro ganho raramente vem de um recurso avançado, e sim de simplesmente passar a ter histórico confiável vinculado ao ativo.
O resultado aparece na sequência certa. Primeiro vem o controle da execução das preventivas, depois a queda das corretivas, depois a redução de custo. Quando uma empresa tenta perseguir a redução de custo direto, sem passar pelas duas etapas anteriores, o número não se sustenta.
A adesão da equipe de campo define o teto. Vários desses cases mencionam facilidade de uso e funcionamento offline como fator decisivo. Um sistema que o técnico não usa produz um indicador que mede disciplina de digitação, e não saúde dos ativos.
Como o Engeman® produz esses resultados
O Engeman® é um CMMS (Computerized Maintenance Management System), ou seja, um software especialista em gestão da manutenção, com mais de 30 anos de mercado. Os resultados acima não vêm de um recurso isolado, e sim da continuidade do dado ao longo de todo o ciclo.
Na prática, o plano de manutenção dispara a ordem de serviço conforme a programação adequada ao padrão de desgaste do ativo, a rotina de nivelamento de recursos confronta essa programação com a capacidade real da equipe, o técnico executa e aponta pelo Módulo Mobile com evidência e funcionamento offline, o fechamento da ordem registra consumo de material e horas, e esse registro alimenta diretamente os indicadores de manutenção que o gestor acompanha.
É esse percurso sem transcrição no meio do caminho que permite a um Analista de PCM afirmar com segurança que as horas de parada caíram pela metade de um ano para o outro.
Conclusão
Os resultados reunidos aqui vêm de operações muito distintas, que vão de uma indústria de alimentos a uma companhia de saneamento, passando por curtume, transporte e locação de equipamentos pesados. A variedade importa, porque mostra que o ganho não depende do segmento, e sim da mudança de método.
Vale repetir o padrão, já que ele é o aprendizado mais útil deste conteúdo: o resultado aparece quando a empresa passa a controlar a execução das preventivas, e não quando simplesmente digitaliza o registro das corretivas. A ordem dos fatores muda completamente o desfecho.
Se a sua operação ainda depende de planilha, papel ou de um módulo de ERP que não foi feito para manutenção, provavelmente você já sabe quais são os seus gargalos. O que falta é a estrutura que transforma esse diagnóstico em rotina controlada.
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